Patacori Ogum

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Guerreiro supremo do Humaitá, a Pai Ogum peço proteção, me abençoe em nome de Oxalá, e inimigos não me vencerão.
Meu caminho se torna de paz, quando iluminado pelo Cavaleiro de Luz, sua força e sabedoria nos traz, o abraço desse Guerreiro de Jesus.
Sua lança empunhada na mão, me defende dos grandes inimigos, levando para longe uma má ação, sempre protegendo sem deixar-nos feridos.
Ogum é sabedoria, força e coragem, poderoso Guerreiro do amor, ao longe me encanto, como em uma miragem, cavalgando no jardim sem destruir uma flor.
Ao ouvir seu nome, os inimigos se afastam, e para longe de mim, se vão, como cobras assustadas se arrastam, Pai Ogum me protegendo, com sua lança na mão.
Grandioso cavaleiro de Oxalá, as demandas Pai Ogum há de vencer, cavalgando no divino Humaitá, a seus filhos proteção vai oferecer.
Sem espinhos os caminhos ele deixará, para mim que sou seu filho, caminhar, uma luz brilhante, pelo céu passará, iluminando noite escura com a luz de seu luar.
Saravá meu poderoso Pai Ogum, guerreiro que luta pela paz, abençoado pelo nosso Pai Olorum, com Ogum na Gira, a Umbanda tudo faz.
Sem medo de mazela, sem temer o inimigo, a Pai Ogum ofereço uma vela, e a ele peço que me livre do perigo.
Pai Ogum é meu guardião, com ele não tenho temor, sei que sempre terei proteção, Meu Pai me livra de males e de toda dor.
Observando sempre minha caminhada, na estrada da vida, Ogum comigo está, seja manhã, tarde, noite ou madrugada, intercedendo por mim junto a Pai Oxalá.
Muitas dívidas com ti terei, não sei o tanto que terei a agradecer, a ti uma promessa farei, nunca deixar o mal me preencher.
Obrigado Senhor guerreiro da Lua, por tantos dias de glórias e de luz, protegido sempre estarei pela espada tua, Ogum filho de Deus, mensageiro de Jesus.

Patacori Ogum.

Poema escrito por Carlos de Ogum / Luz de Umbanda / 2014
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Perigos Do Orgulho E Leis Morais

“A mesma energia que está na base e sustenta a criatura mais orgulhosa é a mesma energia que está na base de uma criatura que dá os maiores exemplos de humildade”

A maneira como administramos esta energia é o que Haroldo Dutra Dias nos fala a respeito no video. Excelente explanação e muito conteúdo elucidativo.

 

Todo aquele que opere, e coopere de espírito voltado para Deus, poderá aguardar sempre o melhor. Nãé promessa de amizade. É Lei.” (Os Mensageiros, Cap. 33).

Colhemos o que plantamos

Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
Gálatas 6:7

 

#semear

#galatas6

Incorporação fora do terreiro

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Porque não incorporar em casa. O assunto é sério! Leiam e aprendam.

Muitas vezes nos deparamos com pessoas que recebem os exus, caboclos, pretos velhos e crianças em casa. Eles conversam, algumas vezes dão consultas e passam remédios que por vezes funcionam tão bem quanto os passados nos templos. Mas então porque não é recomendável fazer isso em casa, se funciona? Há vários motivos, mas gostaria de comentar os 3 que são em minha opinião, os principais:

1.) As complicações para SUA casa: Muitos umbandistas não sabem, mas o templo de umbanda, possui vários pontos de força chamados de firmezas onde todas as energias negativas (que chamaremos de “carrego”, usado no linguajar da Umbanda) podem ser enviadas para seu descarrego. Sua casa não possui firmeza e se o médium não for bem firme pode piorar tudo. Cada templo possui diferentes tipos de instrumentos para descarrego, ligado principalmente à linha da entidade que dirige o templo. Sua casa não tem essa preparação, e portanto todo o carrego que a entidade tira seja do ambiente, seja de você ou seja daqueles que você ama ou que atende acaba ficando depositado na sua casa. Obviamente que parte dele a entidade transforma e elimina, mas a parte mais “pesada” dele e que não pode ser transformada acaba sendo deixada no lugar onde o trabalho é executado e outra parte com quem o executou. Você pode imaginar que uma simples conversa não faria mal, mas os espíritos estão em trabalho constante mesmo quando aparentemente apenas conversando e funcionam como uma espécie de imã para o carrego que permeia o ambiente e as pessoas. Então mesmo numa simples conversa o espírito deixará sua casa com esta energia; isso afetará a todos de forma sutil no início, causando desentendimentos, desânimo, falta de vontade e com o tempo (e acúmulo) evoluindo para brigas, tristeza e até doenças.

2.) SUA preparação: É a segunda face do motivo acima; parte do carrego é processado pelo espírito, parte por quem recebe o espírito e parte fica no ambiente. O trabalho constante e os diversos graus de iniciação que existem na Umbanda (coroa de firmeza, pai pequeno, babá) preparam o corpo do médium para receber uma carga maior de carrego, para que possa suportar os trabalhos mais pesados realizados pelo templo. Se você não tem preparação e recebe uma carga muito pesada você prejudica a si mesmo, com sintomas inclusive semelhantes aos de sua casa, mas que se aplicam apenas a você. Uma coisa importante aqui: trabalhos pesados não significam trabalhos para prejudicar outra pessoa: desmanchar um “feitiço” que provocou uma doença em alguém, por exemplo, é um trabalho bastante pesado, mas benéfico. Afastar um espírito ruim que está influenciando uma família a brigar também costuma ser bastante pesado (e muitas vezes sutil) e benéfico, apenas para citar alguns exemplos.

3.) Presença de espíritos zombadores. Exceto pelos médiuns mais desenvolvidos, é muito difícil saber quando o espírito incorporado é sério ou apenas um zombeteiro se fazendo passar por outro espírito. O templo é energeticamente preparado por pessoas preparadas antes dos trabalhos para evitar que estes espíritos possam se manifestar, se utilizando inclusive das ferramentas que existem no templo. Em casa, como vimos no primeiro ponto estas ferramentas não existem, e não temos como preparar o local de forma adequada, muitas vezes não tendo nós mesmos esta preparação. Além disso, muitas pessoas que recebem os espíritos em sua casa tem pouco conhecimento e portanto menos condições de perceber a condição dos zombeteiros. Esse tipo de espírito pode até ajudar a pessoa que você atender, mas com certeza não vai transformar ou levar nenhuma carga com ele, deixando o carrego todo para você, ou se for mais inteligente, para sua casa, onde você não perceberá imediatamente. Afinal, se você vomitar ou se sentir mal após a desincorporação, provavelmente vai procurar o templo que freqüenta (ou algum templo se não freqüenta nenhum), mas se daqui a uma semana começarem brigas freqüentes você dificilmente relacionará isso ao atendimento que realizou.

Ainda existem os riscos legais, já que ao menos no Brasil os templos devem possuir um CNPJ e serem filiados a uma instituição que os regule; você pode ser acusado inclusive de charlatanismo, e se alguma pessoa com doença ou predisposição piorar de estado ou cometer algum ato ilícito, você pode ser também acusado.

Existem ainda as incorporações “involuntárias”, e elas são bastante comuns. Se isso está acontecendo, procure um templo de sua confiança, vá até lá e converse com um espírito incorporado nas correntes explicando o que está acontecendo. Se é um espírito benéfico que o está chamando a trabalhar ele com certeza se manifestará no templo, em condições adequadas e explicará o que deseja e porque está se manifestando de forma inadequada. Se for um espírito que deseja atrapalhar, ele será conduzido pelos espíritos do templo para ser educado, e provavelmente deixará de se manifestar. Não há motivo para desespero ou medo, apesar de saber que as pessoas que sofrem com as incorporações involuntárias sentem um medo justificado, muitas vezes por desconhecimento. Mas como vimos neste tópico, incorporar em casa é, de muitas formas, muito prejudicial. Respeite as leis de Umbanda, um médico não faria uma cirurgia fora do hospital , tudo tem seu lugar e sua hora.

Mensagem copiada da página Umbandistas.

 

Os Mistérios “Exu” E “Pombagira”

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O MISTÉRIO EXU

Trazido da África como Orixá, logo se destacou como o mensageiro dos outros Orixás, sendo oferendado sempre em primeiro lugar para que não atrapalhasse e nem criasse confusão durante a gira, tinha na África como símbolo um falo ereto, representando o seu vigor, sim esta é a chave da correta interpretação de seu mistério pois enquanto “elemento” é ele quem vitaliza os demais, não se assenta exatamente em uma linha de Umbanda, mas para ela se manifesta em todas dando a sustentação para as linhas de esquerda masculina pois todos Orixás e Guias tem seus Exus correspondentes, Exus de Oxalá, de Oxum, de Iansã, de Omulu, logo são vitalizadores ou desvitalizadores da fé , do amor, da ordem, da geração e pasmem não trabalham por “desejo” ou “vontade própria” e sim pela vontade da lei maior e de seus consulentes, e é aí que entra seu par natural Pomba-Gira esbanjando desejos e vontades, que por si só não se realizam sem a vitalidade. Elas trazem este elemento do desejo para nossas vidas, desejo de viver, trabalhar, estudar.

Cada um de nós médiuns tem pelo menos três Exus, um Guardião da nossa esquerda que raramente se manifesta e tem relação com nosso Orixá Ancestral, um Exu de trabalho que normalmente incorporamos com relação ao Orixá de Juntó, e um natural que nunca incorporamos relacionado ao Orixá de Frente.

Já quem não trabalha tem apenas o natural que não incorpora e atua através de terceiros pela lei maior. O Campo de atuação de Exu é vasto, visto que responde religiosamente e magisticamente.

“Sem Exu na Umbanda não se faz nada” uma vez que não aprendemos a lidar com as forças das trevas, para o nosso próprio bem, por vez quem as manipula é Exu e Pomba-gira através da Lei Maior.

Respondem por nomes simbólicos, das suas linhas de trabalho, os quais revela seu campo de atuação e a qual Orixá respondem através da Lei onde:

Exu 7 montanhas, 7 = sete linhas, montanha = xangô, trabalha nos sete sentidos da vida pela justiça de xangô.

Exu corta-fogo, corta = espada, fogo = xangô, ordenando os campos da justiça.

Exu sete encruzilhadas, sete encruzilhadas é fator de oxalá para as sete linhas, logo é um Exu que trabalha nos sete sentidos da vida através da sua fé e convicções.

Todos eles atuando no sentido de vitalizar ou desvitalizar o que se encontra em seu campo de atuação.

Texto Extraído Do Jus – Alexandre Cumino


O MISTÉRIO POMBAGIRA

Com a permissão da Divina Mahor-yê, Trono Guardião do Mistério Pomba-Gira no Ritual de Umbanda Sagrada.

O mistério Pomba-Gira é regido por uma divindade cósmica que tanto gera quanto irradia o fator desejo.

Saibam que esses fatores, vigor (Exu) e desejo (Pomba-Gira), se completam e criam as condições ideais para que a Umbanda tenham seus recursos mágicos e cármicos, também eles, atuando através de linhas de força horizontais ou inclinadas, e dispensa a ativação direta dos Tronos Cósmicos ou dos aspectos negativos dos regentes das linhas de Umbanda.

Saibam também que nem Exu natural nem Pomba-Gira Natural seguem a mesma linha de direção evolutiva dos espíritos, pois eles seguem outra orientação e direcionamento.

Pomba-Gira natural é um ser cuja presença desperta o desejo, porque é irradiadora natural desse fator divino. Só que esse fator não se limita ao sexo, e destina-se a todos os sentidos da vida, pois só desejando, um ser empreende alguma coisa ou toma alguma iniciativa em algum sentido.

Portanto, o desejo, é um fator divino fundamental em nossa vida, pois nós o absorvemos por todos os setes chacras principais e também pelos secundários.

O desejo só existe porque Deus assim quis e ele não se manifesta só através do sexo, pois sentimos o desejo de aprender, de viajar, de conversar, de nos divertir, de comer determinado alimento ou de vestir determinada roupa, etc.

O mistério Pomba-Gira se manifesta na Umbanda através de seres naturais ou de espíritos incorporados às suas hierarquias ativas, pois são elementos mágicos que podem ser ativados por qualquer pessoa, desde que o faça dentro de um ritual codificado como correto pelo Ritual de Umbanda Sagrada, assim como são agentes cármicas, pois podem ser ativadas pela Lei Maior.

O mistério Pombagira é em si neutro, e pode ser ativada com oferenda ritual, pois é elemento mágico, assim como pode ser ativada pela Lei Maior porque é agente cármica, esgotadora de emoções apassionadas ou despertadora de desejo em seres apáticos.

Entendam que Deus criou tudo, também gerou o desejo como uma de suas qualidades ou fatores, pois sem vibrarmos o desejo, nada desejaremos e nos tornaremos apáticos, desinteressados e nos paralisaremos.

Logo, Deus, que tudo sabe, cuidou deste aspecto de nossa vida e gerou o desejo como um de seus fatores, assim como gerou uma divindade cósmica que tanto o gera como o irradia a tudo e a todos.

Essa divindade de Deus também formou sua hierarquia divina, que chega até nós no nosso nível terra como as exuberantes Pomba-Giras, que são regidas por um Trono Cósmico feminino cujo nome mântrico é Ma-hor-iim-yê, ou Mahór yê, Senhora Guardiã dos Mistérios do desejo, que polariza horizontalmente com o Trono Cósmico Guardião dos Mistérios do Vigor.

Logo Pomba-Gira polariza com Exu. E o desejo, unindo-se com o vigor, cria nos seres as condições ideais que os ativarão em todos os sentidos e os induzirão a assumir com vigor e paixão as empreitadas mais temerárias.

Mas, caso sejam ativados e usados indevidamente, ai perdem suas grandezas e se tornam paixões devastadoras e vigores atormentadores para quem der uso a eles, pois são em si mistérios, e, como tal, voltam-se contra quem lhes der mau uso. Aí subjugam essa pessoa, induzem-na aos maiores destinos e aberrações até lançá-la num tormento alucinante, delirante e bestificante, cuja finalidade é levá-la à loucura em todos os sentidos.

Saibam que muitas pessoas que abandonaram a Umbanda e o Candomblé e, todos confusos, atrapalhados e perseguidos por hordas de espíritos obsessores, estão entre as que achavam que Pomba-Gira e Exu eram seus escravos e os atenderiam inconsequentemente. Mas como começaram a pagar o preço ainda aqui, correram para o abrigo das seitas salvacionistas, e dali se voltam contra estes mistérios cósmicos, acusando-os de “demônios”.

Pomba-Gira não se auto ativa contra ninguém, ou alguém a ativa ou isso quem faz é a Lei Maior.

E tanto pode ser ativada para ajudar quanto para esgotar o desejo em todos os sentidos da vida de uma pessoa, quanto só num sentido onde está se excedendo e se desviando de sua evolução reta e contínua.

Não foi aberto para a dimensão material o mistério Exu feminino. Logo, quem descreve Pomba-Gira como Exu fêmea não sabe nada sobre este outro mistério da Umbanda.

Parte do texto retirado do Livro: “UMBANDA SAGRADA” – Rubens Saraceni.

São entidades em evolução, seu trabalho é dirigido, principalmente a defesa dos seus médiuns e a defesa do terreiro, porém, são muito procurados para resolver os problemas da vida sentimental e material.

Costumam trabalhar com velas, charutos, cigarros, bebidas fortes, punhais em seus pontos riscados, pembas brancas, pretas e vermelhas. Devido ao seu temperamento forte e alegre costumam atrair bastante os consulentes, principalmente pôr que quando falam que vão ajudar certamente o farão.

 

Dona do fogo, da faísca e do trovão!

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A Orixá Iansã

 

Dentro do estudo da Umbanda Sagrada Mãe Iansã pertence a 5º Linha de Umbanda ou Linha da Lei, onde rege esse mistério junto com Pai Ogum, sendo que a ela se atribui o fator direcionador e cósmico e a ele o fator ordenador e passivo

A onda que irradia da Orixá atinge os seres direcionando-os, ou seja, o mistério de Mãe Iansã é o caminho para quem se encontra desordenado e sem saber por onde começar. Se Ogum abre os caminhos, Iansã aponta qual é o melhor caminho.

Essa ação faz parte do seu princípio cósmico, que na prática se refere a atividade reparadora que a Orixá desenvolve no ser.

Se a pessoa está em equilíbrio com suas ações e positivado no sentido da vida que regem esses Orixás, será amparada pelo fator universal que no caso da linha da Lei corresponde a Ogum.

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Mas se por algum motivo, nesse campo, o desequilíbrio é o que acontece, então é Iansã que comparece trazendo a reparação para aquela situação.

Pai Alexandre Cumino elucida essa situação no estudo Orixás na Umbanda, colocando em questão dois tipos de pessoas: a que tem um foco ou objetivode vida e deseja abrir o caminho para que coisas se realizem nesse aspecto e as que ainda não sabem qual caminho pretendem trilhar e estão de certa forma desorientadas.

Para a primeira situação o fator que responde é o universal/amparador de Ogum e a segunda o cósmico/reparador de Iansã, ou seja, são dois lados de um mesmo mistério: ordenação.

A irradiação divina de Iansã irá refletir em seus filhos o magnetismo em forma de curvas alternadas, de ordem positiva e ativa e de natureza eólica e sempre que os seres forem fatorados por ela eles serão estimulados à busca contínua e amobilidade constante.

Fator Negativado

 

O fator oposto e negativo ao mistério dessas Divindade é a imobilidade. No campo dos elementos Iansã responde ao vento e as ventanias, quando falta a presença desse elemento eólico nos seres, eles se tornam mais “apáticos”.

Como Iansã emana essa energia movimentadora é característico que suas filhas tragam na personalidade esse perfil aguerrido, forte, agitado e vivaz.

As filhas de Iansã são emotivas e se não se impõem, revoltam-se e abandonam quem não se submete a elas e logo estão estabelecendo novas ligações, em que imporão.

No negativo, são apassionadas, bravas, emotivas, de pavio curto, falantes, briguentas, intolerantes, não perdoam quem as magoa e são explosivas.

Já no positivo são envolventes, risonhas, alegres, amorosas, cativantes, ma sem pieguice, possessivas com os seus, amigas e companheiras leais, mulheres decididas que tomam iniciativas ousadas, expeditas, ágeis no pensar e no falar, objetivas e lutadoras e são líderes natas.

Características das filhas de Iansã descritas no livro Orixás Ancestrais – A hereditariedade divina dos seresde Rubens Saraceni

Sincretismo

 

No Brasil ocorre o sincretismo entre a Orixá e a Divindade católica Santa Bárbara. Em algumas regiões ela também sincretiza com Santa Catarina, entretanto o dia de comemoração da Orixá com maior expressão é no 4 de dezembro, dia dedicado à Santa Bárbara no calendário católico.

Tanto as santas, como Iansã partilham também de elementos e simbolismos em comum, como a personalidade forte, imponente e no caso de Santa Bárbara também a presença do simbolismo do raio, que compõe parte da sua lendária história.

Já na tradição africana Iansã pode ser chamada de Oyá, que dentro da mitologia Iorubá é uma divindade das águas e ventos. Alguns mitos contam que o nome de Iansã teria sido dado a Oyá por Xangô e seu significado diz algo como “a mãe do céu rosado” ou “a mãe do entardecer”.

Há também o Itã {mito} que conta que Oyá desejava muito ter um filho e como não poderia concebe-lo, resolveu recorrer a um babalaô que indicou a ela a feitura de um ebó.

Feito o ebó Oyá deu à luz não a um filho, mas sim a nove!

Após a gestação, quando Oyá passava por entre as pessoas era chamada de Iansã. O Itã diz que no yorubá Iansã significa ‘mãe nove vezes’.

Fonte: UmbandaEAD / Júlia Pereira

Salve Umbanda!

Umbanda-Religião

“há 109 anos, acontece em todos os cantos do Brasil (e atualmente fora dele também) em cada casa, templo, cabana, tenda, terreiro.. de forma única e ao mesmo templo intensamente plural, Ritual de Umbanda.”

Clique e leia mais! HOJE ACONTECIA A PRIMEIRA GIRA DE UMBANDA DA HISTÓRIA #109anosdeUmbanda

2ª Feijoada Solidária

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Venha participar conosco desse maravilhoso encontro. Traga sua família e amigos.

A data escolhida tem como objetivo celebrar o dia da Umbanda, 15 de Novembro, assim como lembrar do símbolo do movimento de resistência contra a escravidão, Zumbi dos Palmares, falecido em 20 de Novembro de 1695, sendo esta a data escolhida para representar o dia da Consciência Negra.

Todo valor arrecado se transformará em fraldas, produtos de higiene, limpeza e alimentos que serão doados a instituições com pouco ou nenhum recurso no Estado do Espírito Santo.

Confirme sua presença pelo telefone (27) 99636-6139

Viva São Cosme e São Damião!

Cosme e Damião 2017

 

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Agradecemos a todos que participaram conosco no último sábado, 23 de Setembro da homenagem a falange dos Erês em um grande festejo.

Que Deus abençoe a todos!