Não te canses de amar

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“Impelidos pelas causas do passado a reunir-nos no presente, é indispensável pagar com alegria os débitos que nos imanam a alguns corações, a fim de que venhamos a solver nossas dívidas para com a humanidade”

Emmanuel

“Não te canses de amar, sejam quais forem as circunstâncias, por mais ásperas se te apresentem.”

Joanna de Ângelis

…Falo de vivências familiares, do lar como o santuário de bênçãos onde aprendemos e exercitamos a paciência, o perdão, a compreensão e a tolerância, possibilitando-nos assim enfrentar as agruras da vida em sociedade, na qual teremos que desenvolver com maior intensidade estas virtudes assimiladas no dia a dia junto ao grupo familiar.

Essa compreensão maior das leis da vida torna-nos mais aptos a vencer as dificuldades no relacionamento familiar e assim, movidos pelo amor, vamos amenizando as feridas da alma, aparando as arestas da animosidade latente e suavizando a convivência, por vezes tão áspera. Creio que a dificuldade maior, em se tratando de convivência familiar, está no apego excessivo aos que caminham conosco, nas atitudes de egoísmo com relação aos direitos alheios e nas exigências descabidas de afetos, de considerações que ainda não dispensamos aos outros, exigindo da vida, distraídos de nossos deveres, o que não doamos, movidos pelo egoísmo. Considero a gentileza o primeiro estágio para aprendermos a amar e tolerar o próximo. E quando digo – próximo – falo daquele que está ao nosso lado na vida diária, principalmente no lar. Aprendamos a respeitar os que amamos, ou pretendemos amar, como desejamos que nos amem e respeitem. Não façamos dos entes queridos objetos de nossa satisfação e de atitudes egoísticas, usando-os como se fossem seres sem desejos próprios ou sonhos pessoais. No lar iremos aprender a exercitar o despojamento, o respeito, a ternura de amar sem exigir reciprocidade, a renúncia, a caridade moral, erguida em alicerce sólido e duradouro do exemplo, do amor, da solicitude e da compaixão.

(Parte do texto extraída do original de mesmo título escrito por Lucy Dias Ramos na edição de Dezembro de 2013 da revista O Reformador)

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